UAP Report

Araçariguama/SP ∙ 4 de março de 1946

Caso João Prestes Filho: o homem que derreteu

Em 1946, em Araçariguama (SP), João Prestes Filho morreu após ser atingido por uma misteriosa luz que causou queimaduras fatais.

Caso João Prestes Filho
CE-II
CE-II – Encontro Imediato de Segundo Grau

Além da observação próxima, há efeitos físicos associados ao fenômeno, como marcas no solo, interferência elétrica, queimaduras ou alterações em plantas e animais.

Era 4 de março de 1946, em Araçariguama, interior de São Paulo, quando o tropeiro João Prestes Filho retornava para casa após um dia comum.

O local era isolado, cercado por matas e silêncio. Nada indicava que aquele seria o último dia de sua vida.

A luz na casa

Ao entrar em casa e abrir a janela, algo inesperado aconteceu.

Uma luz intensa, descrita como uma "tocha de fogo", invadiu o ambiente e atingiu diretamente seu corpo.

Em segundos, João caiu no chão, tomado por uma sensação de calor extremo. Seu corpo começou a queimar, principalmente da cintura para cima. Desesperado, tentou se proteger enrolando-se em uma manta.

Caminhada até a vila

Mesmo gravemente ferido, conseguiu caminhar por mais de dois quilômetros até a vila.

Quando chegou, seu estado era crítico. Testemunhas relataram queimaduras severas, sem explicação aparente. Ainda consciente, João repetia que havia sido atacado por algo "de outro mundo".

Morte e mistério

Ele não resistiu.

Morreu antes de chegar ao hospital.

O mais inquietante é que nada em sua casa foi queimado. Não havia sinais de incêndio, luta ou qualquer causa conhecida que explicasse o ocorrido.

Na região, relatos de "bolas de fogo" já eram frequentes. Fenômenos luminosos cruzavam o céu, surgiam das montanhas e, às vezes, desciam até o solo.

Décadas depois, o caso continuaria sendo lembrado como um dos episódios mais perturbadores da ufologia brasileira.

Um homem morto por uma luz.

Sem explicação.

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